Notícias: Últimas notícias sobre empreendedorismo, varejo, comércio, inadimplência, economia, inovação, mercado, franquias, legislação, eventos, crédito – Pequenas Empresas & Grandes Negócios – NOTÍCIAS


Os preços baixos e uma variedade maior de tablets no mercado brasileiro elevaram as vendas desse tipo de eletrônico nos três primeiros meses do ano. Os aparelhos já representam 27,6% dos itens de informática vendidos no Brasil, em unidades. No ano passado, os aparelhos tinham 11,5% do mercado. Em contrapartida, notebooks e computadores de mesa (desktops) continuam perdendo a preferência dos consumidores.

De acordo com números divulgados dia 5/6 pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e pela consultoria IDC, as vendas de tablets avançaram 164% no primeiro trimestre, comparado ao mesmo período de 2012. Ao todo, 1,3 milhão de unidades foram vendidas. Enquanto isso, as vendas de notebooks e desktops tiveram queda de 8,1%, o que revela que a tendência mundial na redução do setor também está sendo verificada no País. Os desktops são a categoria que mais tem sentido os efeitos da mudança no perfil de consumo de itens de informática.

Segundo o levantamento, as vendas dos PCs de mesa recuaram 10,9%, para 1,5 milhão de unidades. Hoje os desktops são 32,9% do mercado. Já os notebooks tiveram uma queda menor, de 9%, para 1,9 milhão de unidades, o que dá à categoria 39,5% das vendas. Para o diretor da área de informática da Abinee, Hugo Valério, a redução na venda de computadores deve se estabilizar no futuro. “Não sei se seria ainda neste ano, mas a gente vai observar uma mudança nesse comportamento nos próximos trimestres, com tablets crescendo um pouco menos e os notebooks também apresentando uma modificação nessa tendência”, disse.

Valério afirma que o mercado pode crescer entre 9% e 10% neste ano sobre os 12,7 milhões de unidades vendidas em 2012. A alta deve ser puxada principalmente pelos tablets. O faturamento, no entanto, deve ter um crescimento menor, afetado pela queda nos preços e a valorização do dólar, que afeta o custo dos componentes importados. ?O crescimento no faturamento tende a ser um pouco menor do que o de unidades, por volta de 8%?, disse. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



Créditos da notícias

você pode gostar também Mais do autor

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.