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O Banco Central informou ter reduzido sua projeção de alta dos preços administrados para este ano de 2,7% para 2,5%. A mudança consta da ata do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada nesta quinta-feira, 6, em relação a documento semelhante publicado logo após a reunião de abril. Para 2014, no entanto, foi mantida a estimativa de elevação de 4,5% para esse conjunto de preços administrados e monitorados.

Apesar de ter diminuído sua projeção para a inflação dos preços administrados deste ano, o BC não apresentou alterações de suas expectativas de reajustes nos itens mencionados abertamente na ata. No caso da gasolina, por exemplo, foi mantida a previsão de reajuste de 5% no acumulado deste ano, como já era esperado em abril. Para a tarifa residencial de eletricidade, o BC também deixou inalterada a perspectiva de um recuo de aproximadamente 15%.

Assim como no documento anterior, a autoridade monetária destacou que essa estimativa leva em conta os impactos diretos das reduções de encargos setoriais anunciadas e os reajustes e revisões tarifárias ordinários programados para este ano. A ata do Copom divulgada nesta quinta-feira, 6, também não modificou a estimativa de estabilidade do preço do gás de botijão e redução de 2,0% da tarifa de telefonia fixa para o acumulado de 2013.

Consumo
Na Ata, o BC avalia que a demanda doméstica tende a se apresentar robusta, especialmente o consumo das famílias. Isso deve ocorrer, de acordo com o documento, em grande parte devido aos efeitos de fatores de estímulo, como o crescimento da renda e a expansão moderada do crédito. “Esse ambiente tende a prevalecer neste e nos próximos semestres, quando a demanda doméstica será impactada pelos efeitos remanescentes das ações de política implementadas em 2012”.

Para o Comitê, esses efeitos, os programas de concessão de serviços públicos, os estoques em níveis ajustados e a gradual recuperação da confiança dos empresários criam perspectivas de intensificação dos investimentos e da recuperação da produção industrial. O documento da diretoria do Copom pondera, no entanto, que “iniciativas recentes” apontam o balanço do setor público em posição expansionista.

A ata também observa que ainda se apresenta como fator de contenção da demanda agregada o frágil cenário internacional. “Esses elementos e o desenvolvimento no âmbito parafiscal e no mercado de ativos são partes importantes do contexto no qual decisões futuras de política monetária serão tomadas, com vistas a assegurar a convergência tempestiva da inflação para a trajetória de metas”, consideraram os diretores no documento.



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